terça-feira, 28 de outubro de 2014
Epifania
So low to fall
Deny, your time has come and gone
You live in defeat in the shadows
Too scared to face the light
The darkness inside
The hiding from the lies
Hide yourself away
Hide yourself in shame
Hide yourself away
In your dreams, your screams
With the winds they are carried to me
The king of nothing
Forever to be the unknown
So high to fly, now fall
You never want to see
That even the sky has a limit
And now that you're betrayed
The darkness inside
No more hiding from the lies
Try to hide the shame
Try to hide the pain
Try to hide the shame
As your bloodline falls
As your failure calls
Who will you betray?
When it's judgment day
No retaliation
Only termination
You'll never see another day
As you decay
In your grave
All of your legions you've betrayed
Never forgive
When redemption calls
You'll never see no peace at all
domingo, 19 de outubro de 2014
Welcome The Sickness
I fall, I fall beneath these remains
To crawl until my knees bleed
Inflicting pain
Upon my hollow shell
This is my torment
My personal hell
Forever to be inflicted
Welcome the sickness
Become the pain
Demise
Feel the fire
Inside the worms
They turn
Bleed your desire
Is this really the end
Is this really the end
Is this really
Is this really
Is this really
The end
I crawl, I crawl on broken knees
To die upon my misery
Injecting shame
A needle full of hatred
This is my vengeance
My personal hell
Forever in this sickness
Never forgiveness
How long will we decay
How much longer can we stand
One man's loss is another's pain
Another strain upon this life
That we obtain
What is this hell I must put you through?
To define the scars you inflicted
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Noite adentro
O corrosivo ódio que adentra
A cada fétida ação marginal
Derrete cada ponte que sustenta
O malabarismo passional
O repetitivo tormento natural
Além da lógica do bem e do mal
Amém a embriaguez egoísta
Insistência cega e fatal
A droga é rasa e gananciosa
O paraíso dos instantes
Depois de bela e charmosa
A cela dos errantes
Angústia que não termina
Brilho que não germina
Ódio em mim
Triste fim
A cada fétida ação marginal
Derrete cada ponte que sustenta
O malabarismo passional
O repetitivo tormento natural
Além da lógica do bem e do mal
Amém a embriaguez egoísta
Insistência cega e fatal
A droga é rasa e gananciosa
O paraíso dos instantes
Depois de bela e charmosa
A cela dos errantes
Angústia que não termina
Brilho que não germina
Ódio em mim
Triste fim
sábado, 4 de outubro de 2014
Saideira
Versos cheios, imersos
Tão confusos, inversos
Palavras e anseios, perversos
Sentimentos... adversos
Cala-te a boca que fere
Olhe ao redor que se insere
Saibas bem o que profere
O tempo que passa indefere
A certeza condenada à ignorância
Faz sofrer pelo veredito em ânsia
Não é tão estúpida quanto a questão
Inquisidora do sentimentos, em vão
Traga-me o gelo ou as chamas
O gozo venenoso que inflamas
Não importa o extremo que apeteça
O que não se consuma que apodreça
Tão confusos, inversos
Palavras e anseios, perversos
Sentimentos... adversos
Cala-te a boca que fere
Olhe ao redor que se insere
Saibas bem o que profere
O tempo que passa indefere
A certeza condenada à ignorância
Faz sofrer pelo veredito em ânsia
Não é tão estúpida quanto a questão
Inquisidora do sentimentos, em vão
Traga-me o gelo ou as chamas
O gozo venenoso que inflamas
Não importa o extremo que apeteça
O que não se consuma que apodreça
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Not today
Seguir em frente, mais um passo
A dor do desapego, do abraço
Mas à frente não é intenção
Não há razão que controle o coração
O novo é velho, de novo
Não convence nem seduz
A vontade incontrolada
Viciada, me conduz
Cabeça baixa engana
Nem repúdio nem aceitação
Fora de qualquer multidão
Força que se acumula, insana
A morte se apresenta
Ar de derrota à espreita
A queda cruel, é lenta
A alma
Em pé
Não aceita
A dor do desapego, do abraço
Mas à frente não é intenção
Não há razão que controle o coração
O novo é velho, de novo
Não convence nem seduz
A vontade incontrolada
Viciada, me conduz
Cabeça baixa engana
Nem repúdio nem aceitação
Fora de qualquer multidão
Força que se acumula, insana
A morte se apresenta
Ar de derrota à espreita
A queda cruel, é lenta
A alma
Em pé
Não aceita
Assinar:
Postagens (Atom)